O jeito Vespa de receber a sua nova scooter em casa.

Trazendo para o Brasil uma forma diferente e exclusiva de levar a Vespa para clientes, A Vespa Brasil adotou uma forma inovadora de compra on-line. Clientes brasileiros podem comprar uma Vespa com poucos cliques, e recebê-la com estilo na porta de casa.

Comprando sua Vespa no site oficial da marca no Brasil, clientes recebem suas novas scooters através do frete feito por um veículo personalizado, caracterizado com vários elementos estilosos da Vespa na carroceria. Todos os detalhes do veículo de entrega Vespa trazem alegria aos clientes por receberem esta scooter tão amada em suas residências.  

O sucesso da operação já é refletido nos números, pois já foram quase 500 Vespas entregues desta forma em todo o Brasil. Recebeu sua scooter dos sonhos através do frete exclusivo Vespa? Hora de tirar uma foto e compartilhar a felicidade de um sonho realizado com o mundo!

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 31/08/2020

Vespa chega ao Brasil em grande estilo

A Vespa é um ícone mundial que nasceu na Itália e revolucionou o mundo da mobilidade urbana em duas rodas com o seu design estiloso e aerodinâmico, sua praticidade e sua durabilidade. Com inovações mecânicas que simplificavam a direção e manutenção, logo ela se tornou um sucesso comercial do pós-guerra e um meio de locomoção em massa.

A indústria cinematográfica de Hollywood também se apaixonou pela pequena motoneta italiana, levando-a para as telonas em vários filmes e aumentando ainda mais a popularidade da Vespa pelo mundo.

Presente no Brasil desde o final dos anos 1950, a Vespa foi o transporte de famílias inteiras, com uso diversificado tanto para o lazer como para fins utilitários, constituindo um capítulo marcante no crescimento do país e alimentando sonhos de muitos brasileiros. Entre 1958 e 1964, por meio da empresa Panauto – licenciada pela fabricante original Piaggio -, os primeiros modelos da Vespa montados no Brasil começaram a conquistar as estradas e corações dos brasileiros.

Mesmo circulando pelas estradas brasileiras desde os anos 50, foi nos anos 1980 que a Vespa viveu seu apogeu no Brasil. Os brasileiros viviam neste período a redemocratização política, quando e os ideais de juventude e liberdade difundiam-se facilmente. Nesse cenário, foi natural a popularização da Vespa, símbolo italiano no qual estes conceitos eram facilmente identificáveis, pois esta era, na época, o transporte de duas rodas mais famoso do mundo.

Em 2016, a Piaggio Vespa retornou para o Brasil com os modelos mais novos e modernos da marca que já conquistam um público jovem, estiloso e apaixonado pela Vespa na Europa. Os novos modelos trazidos para o Brasil se encaixam com as necessidades do motociclista moderno, tanto os aficionados pelo mundo das duas rodas, quanto os que chegam agora e querem ter uma scooter icônica para chamar de sua!

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

O retorno da Vespa ao Brasil ocorreu no ano do aniversário de 70 anos da marca, e para comemorar as duas ocasiões, uma festa de pompa ocorreu no Shopping JK Iguatemi em São Paulo. Famosos marcaram presença, tais como a atriz Mia Melo e o ator Caio Castro, escolhidos como embaixadores da Vespa no Brasil.

Além da apresentação dos novos modelos Vespa trazidos para o Brasil, o evento também contou com um pocket show da cantora italiana Olivia Lambiasi. A Vespa tem o compromisso de trazer o melhor da marca para os brasileiros e continuar a conquistar o coração de todos aqueles que amam a sensação de liberdade que é pilotar sobre duas rodas!

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 19/08/2020

Vespa 946 Christian Dior: O nascimento de um ícone, uma ode à alegria de viver.

A nova Vespa 946 Christian Dior

Dior junta forças com a Vespa para criar uma scooter exclusiva e uma gama se acessórios complementares, comemorando assim o espírito vibrante das duas marcas.

Fundada no mesmo ano em que a Vespa chegou às ruas, em 1946, a grife italiana de alta costura parisiense “Dior” está ligada a Vespa por um desejo inabalável de inspirar uma nova visão brilhante e criativa do mundo. Hoje, mais do que nunca, a colaboração entre Dior e Vespa reinventa esse espírito de liberdade, movimento e expressão que as impulsiona.

Odisséia(s), estilo, sonhos e “Dolce Vita”.

A partir deste diálogo apaixonado, a scooter Vespa 946 Christian Dior ganha vida, com o design de seu monocasco em linhas sutis que prestam homenagem à herança das duas casas. Um símbolo de elegância, esse objeto de desejo reflete o compromisso compartilhado entre a Vespa e Dior de excelência e atenção aos detalhes.

Uma versão contemporânea da icônico Vespa 946 – apresentada em 2012 em Milão e reconhecido por suas curvas elegantes e aerodinâmicas, assim como pela sua inovação tecnológica – o novo modelo foi criado por Maria Grazia Chiuri, diretora criativa das coleções femininas da Dior. A scooter é fabricada na Itália, respeitando os padrões exigentes, comprometimento e precisão de um ateliê de alta costura.

Ecoando o design do assento, revestido de um tecido com a estampa Dior Oblique – design criado por Marc Bohan em 1967 – a tampa do compartimento desta nova Vespa adiciona um toque especial. Um capacete adornado com a mesma estampa icônica completa a linha exclusiva. Símbolos de fuga para novos horizontes, essas criações de edição limitada serão lançadas na primavera de 2021 nas butiques da Dior, e posteriormente, em uma seleção das lojas do Grupo Piaggio (*).

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

(*) Os acessórios das imagens, incluindo o capacete e bolsa, estarão disponíveis exclusivamente nas butiques da Dior.

Posted on: 17/07/2020

Vespa: Como uma scooter se tornou estilosa

Mais de 16 milhões de scooters Vespa já foram fabricadas em treze países e vendidas ao redor do mundo. Quando ele viu o protótipo encomendado a Corradino D’Ascanio, um distinto engenheiro aeronáutico, o industrial Enrico Piaggio exclamou: “Parece uma vespa!” Poucos meses após o lançamento mais recente da Piaggio entrar em produção em 1946, o idioma italiano já possuía um novo verbo: “vespare”, que significa “ir a algum lugar em uma Vespa”.

A Vespa de D’Ascanio era sedutora. Ela era também barata e confiável. O formato do seu chassi que apresentava uma área média rebaixada, significava que as mulheres podiam pilotar com saias. O seu motor oculto – escondido embaixo do assento ou sobre a pequena roda traseira – mantinha óleo, graxa e sujeira longe das roupas chiques dos italianos.

Mais do que um meio de transporte, a Vespa – que também tem o roncar do motor que soa como o inseto – é divertida. No pós-guerra, a Itália ainda se recuperava da destruição deixada pela tropa dos aliados e se voltava para a produção de máquinas modestas para um mercado doméstico que ansiava por entretenimento, mas não tinha muito dinheiro para gastar.

As mulheres certamente adoravam a Vespa. Dizem que sua aparição na comédia romântica de 1953, A princesa e o plebeu, estrelando Audrey Hepburn e Gregory Peck, gerou mais de 100.000 Vespas vendidas. Talvez fosse. O glamouroso casal de Hollywood dava giros despreocupados pela cidade de Roma em uma das scooters com muito estilo. O público queria fazer o mesmo.

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Outras aparições em filmes se seguiram, fornecendo mais campanhas publicitárias gratuitas para a pequena scooter da Piaggio. De Angie Dickinson, magnificamente deslumbrante em sua Vespa em “Jessica”, um filme siciliano de 1962, à Gwen Stefani, pilotando uma Vespa no videoclipe de 2007 “Now That You Got It”, as mulheres têm sido tão importantes para o mito e sucesso da Vespa quanto os homens. O papel masculino foi defendido de várias formas também, tais como através dos Mods arruaceiros em “Quadrophenia” de 1979, através do Matt Damon em “O talentoso Ripley”, de 1999, e pelo caprichoso cineasta italiano Nanni Moretti em “Caro Diairio” de 1993.

Como os preços dos combustíveis subindo em todo o mundo, o deslocamento urbano se tornando cada vez mais engarrafado, e os espaços de estacionamento menores, mais pessoas passaram a usar as scooters. E, apesar dos rivais ambiciosos ao longo dos anos, a Vespa está no topo das pesquisas desde que foi para as ruas pela primeira vez sobre um par de minúsculas rodas de aço prensado.

Embora pensada como essencialmente italiana, a ideia para a motoneta que conhecemos tão bem surgiu aos ex-engenheiros aeronáuticos italianos enquanto eles assistiam aeronaves militares dos EUA soltarem pequenas scooters “Cushman Airbornes” verde-azeitona equipadas com paraquedas, para tropas no centro industrial de Milão durante a guerra. Fabricada em Nebraska, a Cushman Airborne – uma scooter esquelética de aço – permitiu que as tropas aliadas se deslocassem melhor pelos escombros das cidades.

Usando habilidades e materiais retirados da indústria aeronáutica, D’Ascanio criou a Vespa a partir dessa idéia de moto, porém bonita e de fácil deslocamento. Parecida com um brinquedo, mas engenhosa, a Vespa fez sua estreia publica na feira de design de Milão de 1946, um ano antes da Lambretta, uma scooter semelhante lançada pelos engenheiros aeronáuticos Cesare Pallavicino e Pier Luigi Torre, concorrentes de D’Ascanio.

Várias scooters concorrentes surgiram da Alemanha, enquanto o Japão produziu o Fuji Rabbit, que, como a Vespa, também estreou em 1946. A Grã-Bretanha também entrou na concorrência. Quem agora se lembra da Triumph Tigress de dois cilindros, rápida, de manuseio leve, projetada por Edward Turner em 1958? Infelizmente, embora pudesse correr até 113 km/h, a Tigress exigia constante rebaixamento e bolsos cheios de chaves de fenda e chaves inglesas.

Foi na Grã-Bretanha através dos Mods, pilotando scooters personalizadas – suas roupas protegidas por excedentes de parkas do exército, originalmente projetados para manter os soldados americanos aquecidos durante a Guerra da Coréia – que deram à Vespa uma aparência surpreendente ameaçadora. Foi durante os feriados bancários da década de 1960 que os Mods invadiram as estâncias balneares inglesas, no estilo Quadrophenia, em enxames de scooters vibrantes e acabavam em verdadeiras brigas de gangue contra os Rockers em suas motos. Depois da Itália, a Grã-Bretanha despontou como o segundo maior mercado da Vespa no mundo.


Em 2013, a Piaggio lançou seu modelo 946, uma scooter belíssima que remete ao estilo da original de D´Ascanio. Essa, porém, possui quatro vezes a potência e a robusta frenagem ABS além de controle de tração. Mais significativamente, a publicidade mostra jovens glamourosas com roupas de alta costura posando e andando de scooter por Roma. A diferença entre elas e a princesa de Audrey Hepburn de sessenta anos atrás, no entanto, é significativa: elas estão a caminho do trabalho, não em um passeio de férias. Com um design que exala charme e estilo italiano, a Vespa continuará marcando presença pelas ruas das cidades por muitos anos.

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 22/05/2020

“Vamos de Vespa!”

Chegou a hora de voltarmos ao movimento! Numa época em que as regras estão mudando e a segurança e a distância são mais importantes do que nunca, não há melhor companheiro de viagem que uma Vespa.

A scooter mais amada do mundo está trazendo de volta seu icônico slogan “Vamos de Vespa” exatamente 70 anos após seu primeiro lançamento. Naquela época, a Europa embarcava na reconstrução pós-guerra e, nos primeiros estágios do boom econômico, a Vespa representava o retorno não apenas da mobilidade, mas, mais fundamentalmente, da liberdade.

Sete décadas depois, o que significa “Vamos de Vespa” hoje? É o chamado para recuperar a nossa liberdade e capacidade de poder se movimentar de forma independente e em total segurança. Isso significa que cada um de nós assume o controle da distância que mantemos, optando por evitar filas e escapar do tráfego e da multidão. E com a Vespa isso pode ser feito, como sempre, com estilo, classe e elegância.

A nova campanha, do BBH London, consolida o vínculo intrínseco entre a Vespa e o mundo da arte com contribuições de quatro nomes renomados da cena internacional do design gráfico. O artista inglês Paul Thurlby, Quentin Monge da França, Sebastian Curi da Argentina e o italiano Agostino Iacurci criaram suas visões sobre temas que celebram a reconexão entre as pessoas e alguns dos atos ou costumes que tiveram que ser abandonados durante a quarentena. Coisas aparentemente simples como ir ao trabalho, sair da cidade ou conversar com os amigos novamente.

A primeira versão de “Vamos de Vespa” foi lançada em 1950 e apresentava a obra de arte de Nino Ferenzi (também conhecido como Ferencich), seguida por nomes ilustres do mundo da publicidade, incluindo Bernard Villemot, da França, e o italiano Zambelli.

A mensagem era clara: a Vespa era a nova maneira de se locomover. Mais rápido e fácil do que o transporte público e mais acessível que os carros.

Ao longo dos anos, as mensagens publicitárias da Vespa continuaram quebrando o molde, tornando-se parte do tecido social e entrando no vernáculo cotidiano, com pôsteres frequentemente se tornando lembranças e lembranças de aventuras pessoais e momentos importantes.

Desde 1946, quando a primeira scooter viu a luz do dia, mais de 18 milhões de Vespas foram produzidas, criando uma extraordinária paixão e comunidade entre os jovens de todo o mundo. A Vespa navegou sem problemas por todas as classes sociais, liderando revoluções nos gostos de roupas, música e adolescentes e acompanhando seus jovens pilotos em momentos importantes de seus anos de formação. Através de tempos difíceis e bons, tornou-se a marca líder no mundo em se locomover e é um símbolo duradouro da liberdade.

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 18/05/2020

A Vespa está completando 74 anos de idade! Feliz aniversário Vespa!

Feliz aniversário Vespa! Este ano, a lendária scooter amada em todo o mundo, comemora o seu septuagésimo quarto aniversário. A Piaggio patenteou o design do primeiro modelo da Vespa em 23 de abril de 1946, e poucos meses depois começou a produção do modelo “98cc” em sua fábrica histórica de Pontedera, perto de Pisa, na Toscana.

Desde o início, a Vespa não era apenas uma scooter. Era um símbolo do progresso e renascimento de um país inteiro após a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, ela ainda representa a prova tangível do talento italiano e do “Made in Italy”. A Vespa é uma tradição eterna, um emblema de liberdade e aventura e companheira de muitos viajantes que partiram em viagens inesquecíveis.

Graças à Vespa, a geração italiana dos anos 50 descobriu o gosto pela viagem de duas rodas. Pilotando uma Vespa, eles podiam escapar da vida cotidiana, saindo das cidades para chegar à beira-mar ou ao campo, aproveitando o tempo com amigos e amantes.

Durante esses longos setenta e quatro anos, a Vespa aumentou seu charme e relevância social, tornando-se objeto de culto para milhares de pessoas. Atualmente, os fã-clubes contam com mais de 60 mil membros e, todos os anos, participam de reuniões em todo o mundo para compartilhar sua paixão com outros admiradores.

74 anos de Vespa

A Vespa, com mais de 18 milhões de motos vendidas, é a scooter mais vendida no mundo.

Esta scooter, que se tornaria a mais famosa do mundo, nasceu graças a uma idéia do Sr. Enrico Piaggio. Naquela época, a família possuía uma fábrica de aviões, mas após as duas guerras mundiais, ele entendeu que precisava converter seus negócios para ajudar os italianos com um meio de transporte mais moderno e acessível.

Enrico Piaggio encomendou um novo modelo de moto ao engenheiro aeronáutico italiano Corradino D´Ascanio.

O resultado foi um veículo revolucionário com uma série de inovações que fizeram da Vespa o ícone que todos conhecemos. Pilotos não precisavam mais ficar com as pernas em volta do assento como cowboy, mas viajantes podiam ser elegantes (mesmo mulheres com saia), podendo ficar confortavelmente sentados como em um carro, avião ou trem.

Até o nome vem da intuição de Enrico Piaggio. Quando viu o primeiro protótipo, exclamou que se parecia com uma vespa graças ao formato do corpo: as duas partes mais grossas, frontal e traseira, conectadas por uma cintura pequena e os dois espelhos retrovisores que pareciam antenas.

O sucesso foi imediato. As pessoas adoravam a simplicidade do design, a facilidade de andar com a scooter e a confiabilidade. No mesmo ano da patente, a fábrica em Pontedera produziu 2484 unidades da novíssima Vespa 98cc que foram vendidas ao preço de 55.000 liras (hoje, 28,50 euros).

Depois de apenas dez anos, a Piaggio vendeu mais de um milhão de peças. Durante esses 74 anos, mais de 150 modelos de Vespa foram lançados no mercado. Mas as mais famosas continuam sendo as 125cc fabricadas em 1953.

A reputação da Vespa aumentou ano a ano graças às excelentes estratégias de marketing e às grandes campanhas publicitárias. Até os maiores diretores de Hollywood, enfeitiçados pela Vespa, decidiram usar a scooter em seus filmes. Os fãs mais famosos do cinema foram, sem dúvida, Gregory Peck e Audrey Hepburn que, no filme “A princesa e o plebeu”, a comédia romântica americana de 1953, dirigida por William Wyler, percorrem as ruas da capital Italiana com a Vespa.

Em todo o mundo, o mês de abril é um mês de comemoração para a Vespa e seus fãs! Então celebre o seu amor pela Vespa e seus 74 anos de inovação e influência para o mundo das duas rodas!

Posted on: 24/03/2020

10 curiosidades sobre a Vespa que você não sabia

Em 24 de abril de 2020 a Vespa está completando 74 anos! E para homenagear este símbolo do design italiano, vamos contar algumas curiosidades sobre a história da scooter preferida dos italianos, junto de uma seleção das minhas melhores fotos de Vespas que fiz durante estes anos morando na Itália!

1. O “protótipo” da Vespa se chamava “Paperino” (Pato Donald). Era o correspondente de duas rodas do primeiro carro popular, o “Topolino” (Mickey). Mas o design do “Paperino” fez tão pouco sucesso que foi apelidado de “Brutto Anatroccolo” (Patinho Feio).

2. O designer da Vespa, Corradino D’Ascanio, na verdade era um engenheiro aeronáutico que não gostava de motos. Este detalhe fez toda a diferença, pois ele projetou uma moto “melhorada”.

3. As inovações da Vespa, que a levaram à tamanho sucesso, foram inúmeras:

1) A vespa foi a primeira motocicleta com uma carroceria autoportante, sem tubos centrais em aço, o que permitia as pessoas dirigirem com qualquer tipo de roupa, inclusive as mulheres usando saias ou vestidos.

2) Por ser feita de materiais resistentes e leves, muito usados na aeronáutica, a Vespa economiza combustível.

3) As marchas no guidão que facilitam a direção foram introduzidas pela primeira vez nas Vespas.

4) O motor protegido evitava as usuais manchas de óleo na roupa.

5) O assento na posição natural, ereta, provê conforto para viagens de longa distância.

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

4. A Piaggio, marca da Vespa, na realidade produzia aviões e o projeto da Vespa era secundário, um “tapa-buraco”, criado para amenizar os efeitos da recessão pós-guerra. O plano era abandonar o projeto da Vespa depois que a economia voltasse a funcionar normalmente.

5. A versão mais aceita para a origem do nome “Vespa” é justamente porque ela parece o inseto vespa, seja pelo formato ou pelo barulho do motor de dois tempos. Enrico Piaggio, quando viu o projeto de D’Ascanio pela primeira vez, teria exclamado “Sembra una Vespa!” (Parece uma vespa!).

6. As primeiras 50 Vespas foram produzidas artesanalmente e vendidas por 55 mil liras. O preço elevado e a demora de entrega acabou fazendo que ela não fosse bem aceita no mercado.

7. Graças a uma parceria com a Lancia, as próximas Vespas foram produzidas em série. As primeiras 2.500 unidades foram vendidas rapidamente e no ano seguinte a produção quintuplicou.

8. As primeiras Vespas tinham 98 cilindradas, motor de 2 tempos, 3 marchas e chegava a uma velocidade máxima de 60 Km/h. De 1946 até hoje já foram lançados mais de 40 modelos de Vespa!

9. A paixão pela Vespa é compartilhada mundialmente por 40 Clubes em 40 países do mundo. O Primeiro Vespa Club foi aberto em Viareggio (litoral Toscano), em 1949. Ocasionalmente o Club Vespa organiza o “Eurovespa“, um evento que reúne “vespistas” dos 4 cantos do mundo!

10 – O Museu Vespa em Pontedera, cidadezinha próxima à Pisa, foi inaugurado no ano 2000. O museu tem mais de 3 mil metros quadrados de área expositiva em um dos mais antigos galpões da Piaggio. No local está em exposição não somente todos os modelos Vespa, desde o “Paperino”, mas também as motos Gilera e outros veículos da Piaggio, inclusive aviões.

Durante estes 74 anos, a Vespa continua sendo um exemplo de design de sucesso mundial. Com mudanças nos detalhes, mas inconfundível no conjunto: não importa o ano ou o modelo, a Vespa é única! 

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 31/03/2020

Os passeios turísticos de Vespa na sua versão mais moderna – Scooteroma

Equipe Scooteroma

Os passeios turísticos por várias regiões da Itália a bordo das scooters Vespa é uma tradição nas regiões mais populares e abertas a visitação turísticas pelo país Europeu. Só que muitos não sabem que esta tradição pode sim carregar um estilo bem mais moderno e dinâmico! O grupo Scooteroma é um grupo de passeios turísticos apaixonado pela Vespa e por Roma, e garantem aos visitantes os passeios mais divertidos, alternativos, exclusivos e modernos!

Fundado por Annie, uma empreendedora norte americana, e seu marido italiano Giovanni, o grupo Scooteroma oferece passeios exclusivos e personalizados de Vespa pelas regiões de Roma, Nápoles, Florença e Toscana. As opções de passeio variam principalmente nas rotas e atividades, como por exemplo o passeio voltado à frequentar ruas pouco visitadas por turistas, visitação de restaurantes e cafeterias frequentados pelos nativos, e apreciação até mesmo de arte de rua.

Os passeios turísticos por Roma são a melhor maneira de explorar a Cidade Eterna. Os especialistas em turismo do grupo dão aos visitantes uma experiência de 4 horas que eles teriam em 4 dias de passeio. Não sabe pilotar uma scooter? Não se preocupe, você será um passageiro na parte de trás de uma Vespa. Sente-se, relaxe e aproveite enquanto o seu experiente guia leva você a lugares que não são facilmente acessíveis a pé ou por transporte público. Você experimentará a emoção enquanto sua Vespa desliza sobre paralelepípedos em um dos itinerários personalizados: Clássico, Gastronômico, Arte de rua, Cinema ou o popular passeio de Scooteroma Shuffle.

Como cada cliente e sua expectativa das suas férias romanas são únicos, os Vespisti são especialistas em criar a experiência perfeita da ‘Vespa Vita’ para você. Quando eles chegarem para buscá-lo, informe-os do que você já viu e do que ainda está na sua lista. Todo Vespista tem personalidade própria. Do mais bem vestido ao mais experiente, você pode esperar uma surpresa ou duas ao longo do caminho. Passear com a Scooteroma é um esquema garantido para ser o passeio de Vespa mais marcante da sua vida.

Conheça mais sobre a Vespa brasil no site: www.vespabrasil.com.br

Posted on: 06/03/2020

A história da Piaggio e a origem da Vespa

a primeira linha de montagem Vespa

Fundada em Gênova em 1884 por Rinaldo Piaggio, um jovem de 20 anos, a Piaggio iniciou suas atividades como fabricante de navios de luxo e depois carruagens de luxo, furgões, ônibus e motores, além de bondes e carrocerias especiais para caminhões. A primeira guerra mundial trouxe uma nova diversificação que distinguia as atividades da Piaggio em relação à outras montadoras por muitas décadas.

A empresa começou a produzir aviões e hidroaviões. Ao mesmo tempo, novas fábricas estavam surgindo. Em 1917, a Piaggio comprou uma nova fábrica em Pisa e, quatro anos depois, assumiu uma pequena fábrica em Pontedera, que logo se tornou o centro de produção aeronáutica ( hélices, motores e aeronaves completas, incluindo a Piaggio P108 de última geração. Os aviões produzidos eram tanto de bombardeio quanto de passageiros ).

Antes e durante a segunda guerra mundial, a Piaggio era uma das principais fabricantes de aeronaves da Itália. Por esse motivo, suas fábricas eram importantes alvos militares durante o conflito, e as fábricas da Piaggio em Gênova, Finale Ligure e Pontedera foram gravemente danificadas pela guerra.

Piaggio P108 – Uma das aeronaves fabricadas pela Piaggio

A invenção do pós-guerra

Os filhos de Rinaldo Piaggio, Enrico e Armando Piaggio, começaram o processo de re-instalação da produção industrial imediatamente após a guerra. A tarefa mais difícil foi para Enrico, pois ele se tornou o responsável pela fábrica destruída de Pontedera. Ele providenciou para que parte das máquinas transferidas para Biella, no Piemonte, fossem trazidas de volta.

Enrico Piaggio optou em converter a fábrica para outro foco industrial, visando na mobilidade pessoal dos cidadãos em um país recém-saído de uma guerra. Ele deu forma à sua intuição, construindo a ideia de um veículo destinado a se tornar icônico graças ao extraordinário trabalho de design do engenheiro aeronáutico Corradino D’ascanio (1891-1981).

Vespa: nasce uma lenda

A Vespa foi o fruto da determinação de Enrico Piaggio em criar um produto de baixo custo para as massas. Quando a guerra chegou ao fim, Enrico estudou todas as soluções possíveis para retomar a produção em suas fábricas – a partir de Biella, ondde uma motoneta foi produzida, baseada em uma pequena motocicleta feita para paraquedistas. O protótipo, conhecido como MP 5, foi apelidado de “Paperino” ( o nome italiano para o Pato Donald ) por causa de sua forma estranha, mas Enrico Piaggio não gostou e pediu à Corradino D’ascanio que o redesenhasse.

O designer aeronáutico não gostava de motocicletas. Ele as achava desconfortáveis e volumosas, com rodas que eram difíceis de trocar após um furo. Pior ainda, a corrente de transmissão frequentemente sujava a roupa dos pilotos com óleo. No entanto, sua experiência como um designer de aviões encontrou grande uso para o problema.

Primeiro protótipo: Paperino – modelo de 1944

Para eliminar a corrente, ele imaginou um veículo com corpo de sustentação e malha direta; para facilitar a pilotagem, ele colocou a alavanca de câmbio no guidão; para facilitar a troca de pneus, ele projetou não um garfo, mas um braço de suporte semelhante ao de um avião. Finalmente, ele projetou um chassi que protegeria o piloto para que este não ficasse sujo ou desarrumado.

Décadas antes da popularização dos estudos sobre design de produtos ergonômicos, a posição de pilotagem da Vespa já havia sido projetada tendo em mente o conforto, segurança e saúde postural do motociclista, que se sentaria na scooter de uma forma mais balanceada e segura para pilotar se comparado com as outras motocicletas da época.

O design de Corradino D’ascanio não tinham nada a ver com o Paperino: Seu design era absolutamente original e revolucionário em comparação com todos os outros meios existentes de transporte de duas rodas. Com a ajuda de seu designer favorito Mario D’este, Corradino D’ascanio levou apenas alguns dias para preparar seus primeiros esboços da Vespa, produzidos pela primeira vez em Pontedera em abril de 1946. Ele recebeu o nome do próprio Enrico Piaggio que, olhando para o protótipo MP 6 com a sua ampla parte central onde o motociclista senta-se e a estreita “cintura” da scooter, exclamou: “Parece uma vespa!” E assim nasceu a Vespa.

Vespa 98 CC – O primeiro modelo Vespa lançado no mercado

A primeira patente Vespa

Em 23 de abril de 1946, Piaggio & CSpA registraram uma patente da nova scooter no escritório central de patentes de invenções, modelos e nomes de marcas no ministério da indústria e comércio de Florença. Em pouco tempo, a Vespa foi apresentada ao público, provocando reações contrastantes. Enrico Piaggio, no entanto, não hesitou em iniciar a produção em massa de duas mil unidades do primeiro modelo Vespa, a Vespa 98 cc.

O novo veículo estreou na sociedade no elegante Clube de Golfe de Roma, na presença do General Stone dos Estados Unidos, que representava o governo militar aliado. Os italianos viram a pequena Vespa pela primeira vez nas páginas da revista “Motor” (24 de março de 1946) e na capa em preto e branco da “La Moto” em 15 de abril de 1946. Eles viram o veículo ao vivo pela primeira vez no show de Milão daquele ano, onde até o cardeal Schuster parou para dar uma olhada, intrigado com o veículo futurista.

A Vespa 98 indo ao público pela primeira vez

Do ceticismo à realidade

Duas versões da Vespa 98 cc foram colocadas à venda por dois preços: 55.000 liras para a versão “normal” e 61.000 liras para a versão “luxo”, com algumas opções, incluindo velocímetro, suporte lateral e pneus brancos. Fabricantes e especialistas em mercado estavam divididos: de um lado haviam pessoas que viam a Vespa como a realização de uma ideia brilhante. De outro, os céticos, que logo viam na scooter uma ideia fadada ao fracasso.

Os problemas iniciais levaram Enrico Piaggio a oferecer ao conde Parodi, que fabricava motocicletas Guzzi, direitos de distribuição para a Vespa, a fim de colocar a scooter na rede de varejo da marca mais conhecida. O Conde Parodi recusou-se, estimando que a Vespa falharia, e a scooter foi vendida inicialmente pela rede Lancia.

Nos últimos meses de 1947 no entanto, a produção explodiu e no ano seguinte a Vespa 125 foi lançada, um modelo maior que logo foi firmemente estabelecido como sucessor do primeiro modelo, Vespa 98. O “milagre” da Vespa tornou-se realidade e a produção cresceu constantemente; em 1946, Piaggio colocou 2.484 scooters no mercado. Estes se tornaram 10.535 no ano seguinte e, em 1948, a produção havia atingido 19.822. Em 1950, o primeiro licenciado alemão também iniciou a produção, superando 60.000 veículos fabricados por ano. Apenas três anos depois, cerca de 170.000 scooters deixavam a fabrica.

O sucesso da Vespa avançou para muito além da Itália

Vespa pelo mundo

Os mercados estrangeiros também assistiram ao nascimento da scooter com interesse, e o público e a imprensa expressaram curiosidade e admiração. O jornal “Times” a chamou de “um produto completamente italiano, como nunca vimos desde a carruagem romana”.

Enrico Piaggio continuou incentivando a expansão da Vespa no exterior, criando uma extensa rede de serviços em toda a Europa e no resto do mundo. Ele manteve atenção constante ao crescente interesse em seu produto, com várias iniciativas que incluíam a fundação e a expansão dos clubes Vespa. A Vespa se tornou o carro chefe Piaggio por excelência, enquanto Enrico testava pessoalmente protótipos e novos modelos. Suas perspectivas de negócios transcenderam as fronteiras nacionais e, em 1953, graças à sua determinação incansável, havia mais de dez mil pontos de serviço da Piaggio em todo o mundo, incluindo América e Ásia.

Naquele momento, os clubes Vespa contavam com mais de 50.000 membros, todos contra o “recém-nascido” Innocenti Lambretta. Nada menos que vinte mil entusiastas da Vespa apareceram no “Dia da Vespa” italiano em 1951. Montar uma Vespa era sinônimo de liberdade, de exploração ágil do espaço e das relações sociais cada vez mais fáceis e espontâneas. A nova scooter tornou-se o símbolo de um estilo de vida que deixou sua marca em sua idade: no cinema, na literatura e na publicidade, a Vespa apareceu sem parar entre os símbolos mais significativos de uma sociedade em mudança.

Clubes de fãs das Vespas: Populares desde a década de 50

Posted on: 16/01/2020

Vespa, icônica marca de scooters, reduz preços para crescer no Brasil

Montadora italiana que virou sinônimo da categoria vai oferecer modelos a partir de R$ 14.980 no país

Difícil desassociar scooters da icônica marca Vespa, que ficou famosa ao compor cenas de clássicos do cinema, como La Dolce Vita, por exemplo. Há cerca de três anos no Brasil, a montadora quer crescer para além do círculo de fãs, com modelos mais acessíveis, porém, sem perder o estilo.

A marca tem 73 anos de história. Nasceu no período pós-guerra, quando a Itália demandava mobilidade. Naquele momento, o grupo Piaggio atuava em outros segmentos e resolveu fazer uma scooter com um conceito diferente. Segundo o grupo italiano, a Vespa é a única scooter que tem uma só peça de aço, o que garante durabilidade, e por isso ainda existem modelos com mais de 50 anos rodando por aí.

Além disso, o apelo também é estético. “A Vespa é um conceito de estilo que extrapolou as fronteiras da Itália”, afirma Giuseppe de Paola, presidente da Asset Beclly Piaggio Brasil, que detém a marca no país.

As negociações para a chegada da marca ao país – que já havia passado por aqui na década de 1980 – começaram em meados de 2015. Foi justamente nesse período que as vendas de scooters começaram a deslanchar, com uma demanda por mobilidade cada vez maior no país.

A primeira Vespa comercializada no Brasil, em 2016, custava cerca de 32 000 reais. “A Vespa Primavera, de 150 cilindradas, chegou com um preço bastante alto, pois era voltada para aqueles que queriam a volta da marca ao país”, conta.

Agora, a estratégia é expandir as vendas com modelos mais baratos. A Vespa Club 125 terá preço sugerido de 14 980 reais.

“Não se trata só de um downgrade da motorização, essa diferença não é percebida no produto. O mercado mudou muito, o consumidor quer mobilidade e nós nos adaptamos”, destaca o executivo. “Começamos com nosso produto top de linha, as vendas foram rápidas no início, mas sabíamos que era um nicho de mercado. Depois, trabalhamos com uma estratégia de produto mais próximo do brasileiro.”

O primeiro espaço de apresentação da marca, temporário, foi aberto dentro do JK Iguatemi, shopping de alto padrão na capital paulista. Agora a montadora conta com duas lojas, uma em São Paulo e outra em Belo Horizonte, Minas Gerais.

A meta é abrir as chamadas “butiques” em Goiânia (GO), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ). “Nossa estratégia é cobrir 85% do mercado brasileiro”, diz De Paola. Ele conta que a concessionária do bairro do Morumbi é a segunda maior do grupo no mundo.

Vendas

Em 2018, a montadora vendeu 480 unidades no Brasil e, para este ano, projeta encerrar o ano com 600 emplacamentos. A montadora foi a primeira do segmento a lançar um e-commerce no país, em 2015. “Foi interessante porque clientes do Norte e do Nordeste compraram uma Vespa. No setor automotivo, as vendas online ainda são restritas”, diz De Paola.

Com dois modelos de série à disposição no mercado brasileiro, a Vespa quer aparecer. Se o consumidor quiser qualquer modelo do portfólio global, basta encomendar.

“O cliente da marca é bem decidido. E o consumidor, no geral, já chega à concessionária bem informado. O vendedor só tem que dar o impulso final da venda”, opina o executivo. “A Vespa tem muita imitação, mas nenhuma dura 50 anos”, garante.

Posted on: 02/12/2019